sexta-feira, 29 de julho de 2016

Jean Wyllys diz que nem a família de Jesus era tradicional

Jean Wyllys diz que nem a família de Jesus era tradicionalFoto: Fernando da Hora/JC Imagem
O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) continua se atritando com os cristãos por causa de agressões gratuitas. Contrariando seu discurso vitimista característico, ele partiu para o ataque, condenando o Estatuto da Família – proposto pela Bancada Evangélica – com uma declaração no mínimo bizarra.
Na noite desta quinta-feira (28), o ex-BBB participou de um seminário sobre gênero e diversidade no parlamento. Afirmou ainda que não acredita na aprovação do projeto de Lei que classifica família apenas como a união entre um homem e uma mulher.
“Nem mesmo a Sagrada Família é uma família tradicional. Porque pelo que consta nas narrativas bíblicas, Maria concebeu do Espírito Santo. Jesus não é filho de José. Então já começa aí uma família não tradicional formada por uma mulher que engravidou do Espírito Santo e o filho foi criado por um homem que não era necessariamente pai dele. Então mesmo na narrativa bíblica esse projeto não encontra amparo. A diversidade de arranjos familiares já estava presente ali”, disparou segundo o Jornal do Comércio.
A redação do portal Gospel Prime ouviu o deputado federal Marco Feliciano (PSC/SP) sobre o assunto. O pastor acredita que a fala de Wyllys mostra que o psolista desconhece o conteúdo do Estatuto da Família. “Ele não participou da comissão especial que debateu exaustivamente o tema e não deixou de reconhecer os arranjos familiares, categoria na qual se encaixaria a sagrada família”.
Sem meias-palavras, chamou Jean de “parlamentar de mídias sociais”. Feliciano foi enfático: “Ele se aproveita da ausência de deputados sérios e mente. Não aceita debater com conhecedores da matéria, vive das luzes da ribalta e do reflexo dos seus 15 minutos de fama concedidos pela toda poderosa Rede Globo”.
Finalizou dizendo que Wyllys “não merece credibilidade, é uma caricatura parlamentar. Sua pirotecnia ilude alguns, mas não a todos”.

Dois pesos e duas medidas

Embora afirme não ter nada contra a representação de evangélicos no Congresso, em Recife Jean Wyllys fez a ressalva que os deputados da bancada não deveriam legislar a partir de seus “dogmas”.  Algo que ele parece não fazer, tendo dificuldade em discernir o que é Estado Laico quando defende a taxação de igrejas.
Curiosamente, sua trajetória parlamentar é marcada por tentativas de incluir o estudo de religiões “não cristãs” nos currículos escolares. Em 2011, emitiu um voto em separado na Comissão De Educação e Cultura, onde sugeria que a matéria “Ensino Religioso” passasse a se chamar “Direitos Humanos e Diversidade Religiosa” e deveria incluir uma abordagem das religiões minoritárias, de matriz africana – Candomblé, Umbanda, Xangô, Tambor-de-Mina, Batuque, Jurema.
No mesmo ano, apresentou o projeto de Lei 1780/11, que propunha incluir no currículo oficial da rede de ensino “a obrigatoriedade da temática “cultura árabe e tradição islâmica”.  Posteriormente, retirou a proposta.
Já em 2013, Wyllys participou de um programa na TV Brasil onde afirmou literalmente que “os orixás me colocaram neste mandato”.
Mais recentemente, afirmou em entrevista que usa, há muitos anos no pulso direito uma pulseira de contas com muitas voltas: “É uma guia de proteção, dos meus orixás, Oxum e Oxóssi”.

quinta-feira, 28 de julho de 2016

Pastor pede que políticos não façam campanha em sua igreja


Pastor pede que políticos não façam campanha em sua igreja
Buscar apoio em igrejas durante o período eleitoral e nunca mais aparecer no culto é prática comum entre os candidatos a cargos políticos.
Mas quem pensa em fazer isso na Igreja Batista Nacional Avivar, localizada em Novo Hamburgo (RS), irá encontrar uma grande faixa com um aviso nada amigável: “Senhores candidatos a vereadores e a prefeito, estamos há três anos nesta comunidade e nunca tivemos o privilégio de suas visitas. Queremos continuar assim até outubro deste ano. Após este período, serão bem-vindos!”.
O responsável pela faixa é o pastor Juliano Souto, líder do ministério. Ele sabe que muitos candidatos buscam apoio dos evangélicos para pedir votos, mas ele não pretende apoiar nenhum político.
“Nunca recebemos nenhuma visita do prefeito ou dos vereadores. Mas a gente sabe que agora, perto das eleições, eles costumam aparecer. Não é que eles estejam proibidos de visitar o templo. Só não vamos permitir campanha política na nossa igreja”, afirmou ele ao G1.
O pastor acredita que com essa medida ele possa conscientizar os políticos sobre essa conduta errônea.

“Mulher-Maravilha” é atacada por defender Israel


“Mulher-Maravilha” é atacada por defender Israel
Após viver a Mulher-Maravilha no filme “Batman Vs Superman – A Origem da Justiça”, a atriz israelense Gal Gadot alcançou a posição de estrelato. Em 2017, ela volta às telas no filme solo da heroína (junho) e em “Liga da Justiça – Parte Um” (novembro).
Contudo, a fama trouxe consigo uma enxurrada de críticas por causa dos seus posicionamentos. Ela serviu por dois anos nas Forças de Defesa de Israel (IDF), de 2005 a 2007. Foram 18 meses de serviço, quando aprendeu a usar armas e técnicas de luta corporal.
Coroada Miss Israel em 2004, disputou o Miss Universo do mesmo ano. Mesmo assim, seguiu a lei do estado judeu, o serviço para mulheres é obrigatório. Desde então, manifestou várias vezes seu apoio ao IDF, como na época da última guerra entre Israel e os palestinos de Gaza, em 2014.
No Twitter, ela vem sendo vítima de perseguição por causa disso. Chamada de “sionista” por defender o direito de Israel ser um país, ela é acusada continuamente por pessoas que não admitem que uma atriz de Hollywood não siga a cartilha do “politicamente correto”.
A campanha on-line pede boicote aos filmes que ela aparece e pedidos para que a DC escolha outra atriz para o papel.
Recentemente, ela emprestou sua imagem para um vídeo chamado “Israel Creates Wonder Women” ´[Israel Cria Mulheres Maravilhas]. Idealizado por estudantes de Comunicação e Mídia de Israel, Gadot aparece saudando as mulheres israelenses bem-sucedidas em diversas áreas: uma pilota da força aérea israelita, uma gerente de marketing de duas grandes empresas de Israel, uma médica no 3º maior hospital do país e uma medalhista de ouro de kite & sup surf.
Ser vítima de perseguição online por apoiar Israel não é algo inédito em Hollywood. A atriz judia Mayim Bialik, a Amy de Big Bang Theory, passou por algo similar em 2015, quando postou uma foto ao lado de uma amiga que servia no IDF. Com informações de Breit Bart

domingo, 24 de julho de 2016

Os cristãos precisam ser mais politizados


Estamos debaixo de uma sobrecarga de política. Noticiários, jornais, sites, blogs e redes sociais evidenciam que o tema, antes tratado como chato e desinteressante pela maioria, ganhou a atenção de um público que, mesmo tardiamente, percebeu sua correlação com os outros aspectos da vida de uma nação e, por consequência, de cada cidadão.
Em climas assim, os chamados fla-flus são inevitáveis. O amigo petista quer escrever textão para o que curte Bolsonaro, o fã do Bolsonaro quer criticar o marineiro, e muitas conversas que começam pontuando divergências, se tornam discussões ferrenhas e muitas vezes agressivas.
Muitos estão surgindo com o remédio mais fácil: paremos de falar de política, paremos de abordar questões que suscitam discórdia, paremos de causar divisão.
Como quase sempre, a solução que surge muito simples não é necessariamente a correta.
Os cristãos precisam debater assuntos delicados com fundamento, respeito e civilidade, mas de maneira alguma abster-se da participação e do debate.
Começamos recentemente a ter uma representação mais atuante na política e pagamos um preço pesado por décadas de abandono deste espaço.
Somos um país de maioria conservadora, mas que não tem em seu congresso e em seus cargos majoritários representação equivalente, e a máxima de que “crente não se mete com política”, que vigorou por décadas, tem responsabilidade neste desequilíbrio.
Enquanto a igreja se absteve de ocupar o ambiente político, o vácuo deixado abriu espaço para uma agenda política progressista, que hoje se mantém forte, a despeito do crescimento da própria bancada evangélica.
Durante o período militar (1964-1985) a esquerda, sem poder de ação política, juntou esforços para a ocupação do ambiente acadêmico. Estamos, portanto, no exato período de exercício profissional dos formandos advindos desta ocupação.
As principais classes formadoras de opinião no Brasil, jornalistas e professores, são oriundos de cursos completamente dominados pela esquerda marxista, logo, há um desequilíbrio entre a real postura da sociedade (conservadora) e a manifestação nos espaços do debate de ideias (progressista).
Se o cristão se eximir de sua participação política, estará cedendo jardas ao inimigo, colhendo no futuro as consequências destes atos.
Não adianta depois querer culpar o diabo, por aquilo que decorre de termos sido relapsos!
Temos direito à participação política e acesso ao debate. Cristãos engajados em defesa do conservadorismo são uma base firme contra os avanços da esquerda.
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 21 de julho de 2016

21 fatos científicos que irão motivá-lo a se exercitar



Se você está precisando de coragem para começar a se exercitar, saiba que existem inúmeras pesquisas que mostram os mais diversos benefícios da atividade física. Para motivá-lo, confira 21 vantagens das quais você pode passar a desfrutar assim que colocar sua roupa de ginástica:

1. Para as mulheres, incluindo aquelas que tomam antidepressivos, o exercício pode aumentar a excitação sexual.

2. Exercitar-se regularmente foi associado a menos sintomas de ansiedade e depressão.

3. A atividade física pode ajudar a prevenir e gerir a diabetes tipo 2. De acordo com a Pesquisa Nacional de Saúde, realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o IBGE, a diabetes atinge nove milhões de brasileiros.

4. Exercício pode desempenhar um papel no aumento do colesterol “bom” e diminuir o “mau”.

5. Estudos descobriram que o exercício pode reduzir a inflamação das vias aéreas em pessoas com asma.

6. O treinamento de força pode deixar seus ossos mais resistentes e tem sido associado a menor risco de osteoporose.

7. Pessoas que se exercitam vigorosamente têm níveis mais elevados de vitamina D, o que impulsiona o humor. Isso é provavelmente porque elas passam mais tempo no sol.

8. Embora exista uma crença popular de que o exercício pode aumentar seu metabolismo, isso não é verdade. No entanto, de fato queima calorias.

9. Se exercitar tem sido associado com um sistema cardiovascular mais eficaz e um menor risco de doença cardíaca. Mesmo exercício de baixo impacto tem esses efeitos.

10. O exercício físico regular pode diminuir os níveis de estresse.

11. Pesquisas concluíram que treinos curtos e intensos podem ajudar as pessoas a perder peso e gordura.

12. Seu corpo pode se tornar mais ágil por meio do exercício físico e do treinamento de força, o que pode melhorar seu equilíbrio e ajudar a prevenir quedas e outras lesões.

13. O exercício regular pode aumentar a imunidade, embora os cientistas não tenham certeza de como isso funciona. Pode ser por meio da limpeza das vias respiratórias de bactérias, ou fazendo o corpo produzir mais anticorpos que combatem doenças.

14. O exercício aeróbico tem sido associado à manutenção da memória, por isso é especialmente importante para adultos mais velhos.

15. Ser fisicamente ativo está associado com uma vida mais longa. Pessoas que são ativas durante sete horas por semana são 40% menos propensas a morrer jovens do que as que se exercitam por 30 minutos ou menos.

16. Ser ativo já foi associado também com um risco reduzido de alguns tipos de câncer.

17. O exercício pode levar a um risco reduzido de esgotamento no local de trabalho.

18. Fazer atividades físicas pode levar a uma melhor autoestima e confiança.

19. A atividade física regular pode ajudar a aliviar os sintomas de transtorno do déficit de atenção com hiperatividade.

20. Manter-se ativo promove um sono melhor.

21. O exercício físico produz endorfinas e está associado a um aumento de felicidade a longo prazo

domingo, 19 de junho de 2016

Jesus aparece a refugiados que cruzavam mar e acalma tempestade

Jesus aparece a refugiados que cruzavam mar e acalma tempestadeJesus aparece a refugiados que cruzavam mar e acalma tempestade
O testemunho de Erick Schenkel, diretor-executivo do Projeto Filme Jesus tem surpreendido muitas pessoas na Europa. Ele conta que sua missão está trabalhando no discipulado de um grupo de refugiados que afirmam ter visto Jesus no mar Egeu.
Eles estavam em um barco como as dezenas que atravessam do norte da África para a Grécia todos os meses. O vento forte e as ondas altas ameaçavam virar a embarcação cheia de imigrantes fugindo do Médio Oriente. Todos sabiam que muitos outros nas mesmas condições morreram na travessia.
Os refugiados estavam com medo e a beira do desespero. “Mas as pessoas do barco começaram a clamar a Deus em voz alta. De repente, uma “figura divina brilhante” apareceu a eles”, relata Schenkel. “O barco inteiro sabia que era Jesus”, insiste, acrescentando que eles o ouviram dar um comando e as águas se acalmaram imediatamente, salvando suas vidas.
“A partir desse ponto, o mar ficou calmo e tranquilo, e eles chegaram em segurança em terra”, ressalta Schenkel. Semanas depois, os refugiados foram atendidos por cristãos que, ouvindo o relato, começaram a fazer grupos de discipulado e de estudo da Bíblia. O responsável pelas aulas é um ex-jihadista, que também teve uma forte experiência de conversão.
Para o líder do Projeto Filme Jesus, o relato surpreendente ecoa o episódio relato nos Evangelhos quando o Messias acalmou uma tempestade no Mar da Galileia (Mateus 4:37). Embora não tenha dado mais detalhes sobre quem eram esses refugiados, insiste que havia um propósito pois todos que estavam ali queriam se tornar seguidores daquele que tem todo o poder. Com informações de Christian Post

quarta-feira, 15 de junho de 2016

A mídia e sua tentativa de igualar islã e cristianismo

Movimentos de esquerda querem culpar discurso cristão por mortes causadas pelo terrorismo islâmico
A mídia e sua tentativa de igualar islã e cristianismoA mídia e sua tentativa de igualar islã e cristianismo
Durante os últimos anos, relatos frequentes de cristãos sendo mortos no Oriente Médio apenas por não professarem a crença em Maomé, foram sistematicamente ignorados ou minimizados pela mídia.
A Organização das Nações Unidas discutiu durante meses o que faria diante da situação, acabou por não tomar decisão concreta nenhuma. A onda de terror se espalhou e atingiu o norte da África e algumas áreas da Ásia.
Desde 2001, a mídia americana vem tendo de lidar com a difícil tarefa de equilibrar os fatos com suas tentativas de não violar os padrões do “politicamente correto”. O restante do Ocidente seguiu esse padrão.
Logo após o atentado terrorista deste domingo (12) numa boate gay em Orlando, Estados Unidos, parte de imprensa americana (e brasileira) tentou ligar o ato execrável a “fundamentalistas cristãos”, para logo em seguida lembrar dos discursos anti-imigração de Donald Trump.
Até mesmo o governo hesitava em admitir que a motivação das mortes fosse religiosa. O presidente Obama culpou (e continua culpando) o caso à facilidade de acesso às armas em solo americano.
Aos poucos, enquanto detalhes sobre a vida do atirador Omar Mateen eram divulgados, foi ficando cada vez mais difícil não fazer as ligações óbvias. Criado em uma família muçulmana, sabe-se que seu pai declaradamente apoia grupos terroristas.
Filiado ao partido Democrata (de Obama e Hillary), ele ligou para a polícia antes de começar a matar, simplesmente para jurar lealdade ao grupo terrorista Estado Islâmico (EI).
Some-se a isso o fato de os extremistas que dominam partes da Síria e do Iraque terem avisado semana passada que atacariam os Estados Unidos durante o Ramadã, tendo a Flórida como foco primário.
O pai de Omar, Seddique Mateen gravou um vídeo onde afirma que seu filho era uma pessoa muito boa e que “cabe a Deus punir os homossexuais”. Esse foi o título da manchete em jornais pelo mundo todo. Contudo, nenhum deles teve a preocupação de tentar explicar que o Deus da civilização judaico-cristã não é o mesmo Alá descrito no Alcorão.
A incoerência e a indignação seletiva pautaram os debates na maioria dos programas de TV e também nas redes sociais. Um estudo recente mostrou que a morte de cristãos é quase totalmente ignorada.
Acostumados a tratar o avanço do islamismo como “multiculturalismo”, ignora-se o fato de o atirador ter claramente motivações religiosas. Afinal, pelo menos 10 países de maioria muçulmana e governados pela lei da sharia executam homossexuais simplesmente por causa de sua preferência sexual.
Nos EUA, advogados da União Americana pelas Liberdades Civis usaram as redes sociais para responsabilizar o que chamam de “direita cristã” pelos ataques em Orlando. Chase Strangio usou as redes sociais para dizer que os verdadeiros responsáveis são os parlamentares cristãos que defendem leis “antiLGBT” e que o Islã não pode ser culpado.
Jornal O Dia coloca evangélicos como suspeitos de atendado islâmico.
Jornal O Dia coloca evangélicos como suspeitos de atendado islâmico.
No Brasil, o deputado Jean Wyllys (PSOL/RJ) foi na mesma linha, tentado ligar as mortes ao “fundamentalismo religioso”.
fobia
Você é culpado se simplesmente acredita na Bíblia.
Quem foram os exemplos citados por ele? Várias personalidades evangélicas conhecidas como os deputados pastor Marco Feliciano (PSC/SP), pastor Eurico (PHS/PE), além do pastor Silas Malafaia, a psicóloga Marisa Lobo e a pastora/cantora Ana Paula Valadão. Também sobrou para seu conhecido desafeto Jair Bolsonaro (PSC/RJ).
Obviamente que não é correto afirmar que todo seguidor do islamismo é um terrorista. Embora o radicalismo exista em todos os grupos religiosos, ninguém sofre mais que isso que os cristãos.
Para efeitos de comparação, estatísticas apontam para um cristão martirizados a cada cinco minutos em algum lugar ao redor do mundo por causa da sua fé.
Ao mesmo tempo, a grande mídia ignora que desde o 11 de setembro de 2011, que foi o primeiro capítulo dessa guerra atual, ocorreram 28.576 atos terroristas realizados por muçulmanos, como o total de vítimas na casa das dezenas de milhares.
Somente este mês foram 401 mortes e 16 países (incluindo as de Orlando). Não há registro de nenhuma morte no mesmo período causada por “extremistas cristãos”.

Fonte: Gospel Prime